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Cirurgia da face · Vila Mariana, São Paulo

Lifting facial

Plicatura do SMAS e deep plane: entenda a diferença.

O lifting facial, também chamado facelift ou ritidoplastia, é a cirurgia para tratar a flacidez da face e, quando indicado, do pescoço. Pode envolver ajuste do SMAS, reposicionamento dos tecidos e retirada do excesso de pele. A técnica e a extensão são escolhidas após avaliação individual.

Duas formas de trabalhar a sustentação. A plicatura ajusta o SMAS com pontos. O deep plane libera e mobiliza tecidos abaixo dessa camada. A escolha começa pela sua anatomia.
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Dr. Leonardo Caetano · CRM-SP 128.462 · RQE 64.191
Cirurgia em ambiente hospitalar · Avaliação individual

Ilustração de mulher madura com marcações suaves na bochecha, no contorno da mandíbula e no pescoço: regiões avaliadas no lifting facial
Ilustração educativa gerada por IA. As áreas destacadas orientam a explicação; não representam uma paciente ou resultado cirúrgico.

Para quem é indicado

  • Pessoas com flacidez facial e perda de definição do contorno da mandíbula
  • Descida dos tecidos da bochecha ou alterações do pescoço que mereçam avaliação cirúrgica
  • Quem deseja discutir as possibilidades e os limites da cirurgia em relação aos tratamentos não cirúrgicos
  • Pessoas com saúde compatível com a cirurgia e expectativas realistas sobre cicatrizes, recuperação e resultados
  • A avaliação deve considerar tabagismo, pressão arterial, medicamentos e cirurgias anteriores

Como funciona

O planejamento pode incluir plicatura do SMAS ou abordagens com liberação de tecidos, como o deep plane. As incisões costumam acompanhar a região das orelhas e podem se estender ao couro cabeludo. A pele excedente é ajustada e o pescoço é tratado quando indicado. Minilifting descreve uma abordagem mais limitada; não é sinônimo de plicatura nem de deep plane.

01 · Comece pelas camadas

O que é o SMAS — e por que ele importa?

SMAS significa sistema músculo-aponeurótico superficial. Pense nele como uma camada de sustentação abaixo da pele e da gordura superficial. Tanto a plicatura quanto o deep plane trabalham essa estrutura, de maneiras diferentes.

Camada 1

Pele

É a cobertura externa. Sua elasticidade e seu excesso precisam ser avaliados.

Camada 2

Gordura superficial

Ajuda a dar volume e forma ao rosto. Sua distribuição muda com o envelhecimento.

Camada 3

SMAS

É uma camada de tecido fibroso e muscular abaixo da gordura superficial, conectada aos tecidos da face.

Camada 4

Planos profundos

Incluem fáscias e estruturas que exigem cuidado. Os ligamentos ajudam a fixar os tecidos às camadas mais profundas.

Leitura da superfície para a profundidade. Modelo simplificado: a anatomia varia conforme a região da face.

02 · Veja o que muda

Plicatura do SMAS e deep plane, lado a lado

A principal diferença é como os tecidos são mobilizados. Na plicatura, pontos dobram e firmam o SMAS. No deep plane, a liberação abaixo dele permite reposicionar os tecidos em conjunto.

Ajustar e fixar

Plicatura do SMAS

Esquema da plicatura: dois pontos azuis mantêm uma dobra na camada rosada que representa o SMAS
Observe os pontos azuis: eles representam a fixação da dobra no SMAS. A pele é acomodada sobre o suporte ajustado.

Em palavras simples: é como fazer uma prega em um tecido para ajustar sua folga, sem usar a pele como principal sustentação.

Para entender melhor: a plicatura clássica não depende de um descolamento amplo abaixo do SMAS. Existem variações e associações técnicas.

Liberar e reposicionar

Deep plane

Esquema do deep plane: espaço abaixo do SMAS e ligamentos representados com suas extremidades separadas, permitindo mobilização do conjunto
Observe o espaço abaixo do SMAS: a liberação de ligamentos selecionados permite mobilizar pele e suporte em conjunto na região tratada.

Em palavras simples: primeiro são liberadas algumas fixações; depois, o conjunto ganha mobilidade para ser reposicionado e fixado.

Para entender melhor: o trabalho ocorre em um plano abaixo do SMAS. A extensão da liberação depende da anatomia e do planejamento cirúrgico.

Ilustrações esquemáticas geradas por IA, sem escala. Dobras e espaços estão ampliados para facilitar a compreensão; nervos e vasos não estão representados. As setas indicam mobilização, não previsão de resultado. A representação simplifica uma anatomia tridimensional.

Quer uma explicação mais técnica?

A plicatura emprega suturas para dobrar e suspender o SMAS, em geral após descolamento cutâneo, sem elevação ampla de retalho sub-SMAS. O deep plane combina descolamento cutâneo limitado à área de acesso com dissecção sub-SMAS e liberação de ligamentos de retenção selecionados. No território mobilizado, pele e SMAS permanecem unidos em um retalho composto. Plicatura, SMASectomia, retalhos de SMAS e deep plane não são sinônimos; há variações e técnicas híbridas. O pescoço demanda planejamento próprio.

03 · Compare com calma

Qual é a diferença na prática?

O que é feito

Plicatura do SMAS

O SMAS é dobrado e fixado com suturas.

Deep plane

O plano abaixo do SMAS é acessado; ligamentos selecionados são liberados e os tecidos são reposicionados.

Como os tecidos se movem

Plicatura do SMAS

O suporte é ajustado por pontos. A pele é acomodada separadamente.

Deep plane

Pele e SMAS são mobilizados em conjunto na região liberada.

Liberação de ligamentos

Plicatura do SMAS

Não é o princípio central da plicatura clássica.

Deep plane

É parte importante para permitir a mobilização do conjunto.

O que orienta a escolha

Plicatura do SMAS

Flacidez, mobilidade dos tecidos, qualidade da pele e objetivos da pessoa.

Deep plane

Os mesmos fatores, incluindo a necessidade de mobilizar tecidos mais presos pelos ligamentos.

Recuperação e duração

Plicatura do SMAS

Variam conforme a extensão da cirurgia, os procedimentos associados e a cicatrização.

Deep plane

Também variam. O nome da técnica, sozinho, não garante recuperação menor ou resultado mais duradouro.

Deep plane é sempre melhor?

Não existe uma técnica superior para todas as pessoas. A indicação, a execução e as características dos tecidos importam. Estudos comparativos têm limitações e não permitem prometer maior duração, menos riscos ou recuperação mais rápida apenas pelo nome da técnica.

Uma coorte publicada em 2026 encontrou resultados iniciais semelhantes entre deep plane e plicatura, mas acompanhou os pacientes por um período curto e teve grupos de tamanhos diferentes. Isso não resolve a comparação de longo prazo. Leia o estudo no PubMed.

Dr. Leonardo Caetano, cirurgião plástico da Addome em Vila Mariana, São Paulo
Dr. Leonardo Caetano
CRM-SP 128.462 · RQE 64.191

04 · Seu rosto orienta o plano

O que avaliar além da técnica?

Face e pescoço. Bochechas, contorno da mandíbula, gordura sob o queixo e bandas do platisma podem exigir abordagens diferentes. O platisma é um músculo fino e amplo do pescoço; seu tratamento não é definido apenas pelo nome do lifting.

O que o lifting não resolve sozinho. Manchas, textura da pele, rugas finas e perda de volume podem precisar de outros cuidados. Pálpebras e sobrancelhas também têm avaliação própria.

Saúde e expectativas. Histórico de cirurgias, tabagismo, pressão arterial, medicamentos e tempo disponível para recuperação fazem parte da decisão.

Na consulta, pergunte: quais regiões precisam de tratamento, por que esta técnica foi indicada, onde ficarão as cicatrizes e quais são os limites esperados no meu caso?

Conheça a formação do Dr. Leonardo Caetano

Recuperação

  • Nos primeiros dias: inchaço, manchas roxas e sensação de repuxamento podem ocorrer; os cuidados e retornos são orientados pela equipe
  • Nas primeiras semanas: o edema diminui gradualmente; a aparência socialmente confortável varia de pessoa para pessoa
  • Retorno social muitas vezes em duas a três semanas, podendo levar mais tempo conforme a extensão da cirurgia e os procedimentos associados
  • Alterações de sensibilidade podem persistir por semanas ou meses e devem ser acompanhadas
  • A acomodação dos tecidos e o amadurecimento das cicatrizes evoluem ao longo de meses
  • Exercícios, esforço físico e retorno ao trabalho dependem de liberação individual; não se deve escolher a técnica apenas pela promessa de recuperação rápida

Riscos e complicações possíveis

Nenhuma cirurgia está livre de risco. A probabilidade de cada item varia com o seu caso e é conversada em detalhe na consulta.

Quando procurar a equipe no pós-operatório

  • Inchaço rápido, principalmente de um lado, com tensão e dor: entre em contato imediatamente com a equipe
  • Dor crescente, febre persistente ou secreção nas incisões
  • Mudança de cor da pele nas bordas da incisão
  • Dificuldade nova para fechar o olho ou assimetria do sorriso
  • Falta de ar ou dor no peito exigem atendimento de urgência

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre facelift, lifting facial e ritidoplastia?

São nomes para a mesma categoria de cirurgia de rejuvenescimento facial. Plicatura do SMAS e deep plane descrevem abordagens técnicas; o nome lifting facial, sozinho, não informa como a cirurgia será feita.

O que é a plicatura do SMAS?

É o ajuste da camada de sustentação facial por meio de pontos que dobram e fixam o SMAS. A pele é acomodada sobre esse suporte. Na plicatura clássica, não se realiza a liberação ampla abaixo do SMAS característica do deep plane.

Qual a diferença entre plicatura do SMAS e deep plane?

Na plicatura, suturas dobram e firmam o SMAS. No deep plane, a dissecção abaixo do SMAS e a liberação de ligamentos selecionados permitem mobilizar pele e suporte em conjunto na região tratada. Ambas exigem planejamento individual e podem ter variações.

Deep plane é sempre melhor que plicatura?

Não há uma técnica superior para todos. Estudos comparativos têm limitações de acompanhamento, seleção de pacientes e avaliação de resultados. A anatomia, os objetivos, a extensão da cirurgia e a experiência com a técnica orientam a escolha; o nome não garante naturalidade ou duração.

Plicatura do SMAS é a mesma coisa que minilifting?

Não. Plicatura descreve como o SMAS é tratado; minilifting costuma descrever uma cirurgia de extensão mais limitada. Uma cirurgia menor também pode atuar no SMAS. A consulta deve esclarecer quais regiões serão tratadas e quais serão os limites.

Com quantos anos se pode fazer um lifting facial?

Não existe uma idade única. A indicação depende da flacidez, das características dos tecidos, da saúde e das expectativas. Uma avaliação presencial é necessária para discutir se a cirurgia faz sentido naquele momento.

Quanto tempo dura o resultado do lifting facial?

O lifting não interrompe o envelhecimento. A duração varia conforme os tecidos, a extensão da cirurgia, a cicatrização, a exposição solar, o tabagismo e as variações de peso. Não é possível garantir um número de anos ou afirmar maior duração apenas pelo nome da técnica.

Quanto tempo leva para voltar às atividades?

O retorno social ocorre muitas vezes em duas a três semanas, mas pode demorar mais. O tipo de trabalho, a extensão da cirurgia e os procedimentos associados influenciam esse prazo. Exercícios e esforço físico precisam de liberação da equipe.

Onde ficam as cicatrizes do lifting facial?

As incisões geralmente acompanham a região das orelhas e podem se estender ao couro cabeludo. O desenho depende da extensão do tratamento. Toda cirurgia deixa cicatrizes, e sua aparência varia com a cicatrização individual.

O lifting facial também trata o pescoço?

Pode incluir o pescoço, conforme a indicação. Pele solta, gordura sob o queixo e bandas do platisma são avaliadas separadamente. Plicatura ou deep plane, por si só, não descrevem todo o tratamento cervical.

O lifting trata manchas, rugas finas e pálpebras?

Seu foco é a flacidez e o posicionamento dos tecidos. Manchas, textura da pele, rugas finas, pálpebras e perda de volume podem exigir outros tratamentos, associados ou realizados em outro momento.

Onde é feita a avaliação para lifting facial em São Paulo?

O Dr. Leonardo Caetano atende na Addome, na Rua Cubatão, 86, conjunto 503, Vila Mariana, São Paulo. A consulta avalia face, pescoço, saúde e expectativas antes de definir a indicação cirúrgica.

Fontes para aprofundar

Conteúdo educativo da Addome. Atualizado em . As referências ajudam a compreender os princípios e os limites da comparação; não definem a técnica para uma pessoa específica.

Todo procedimento cirúrgico exige avaliação individual, apresenta riscos e contraindicações, e os resultados variam de paciente para paciente.

Lifting Facial (Facelift)

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